sábado, 27 de dezembro de 2014

Review: Pousada Santo Antônio em Conservatória

Para quem procura hospedagem em Conservatória (Cidade da seresta) #ficaadica, bem no centro com ótima localização, em frente a praça da igreja a Matriz, perto do comércio, dos bares e onde acontecem as serestas que é a principal atração do lugar, você encontra a Pousada Santo Antônio .

 Com um pouco mais de um ano e muito bem estruturada  a pousada oferece um ambiente familiar e acolhedor fazendo com que você se sinta em casa .

A Pousada é  simples, mas tudo é muito bem cuidado, os donos da pousada são muito simpáticos e caprichosos, dando atenção a todos os detalhes.





foto: http://www.pousadadesantoantonio.com.br


Acomodações                                                                                                 
Os quartos possuem tv de led, ar condicionado, ventilador de teto, frigobar,  cama confortável e higiene impecável.
foto:http://www.pousadadesantoantonio.com.br

No banheiro, amenities  de bom gosto  e secador de cabelo, tudo de ótima qualidade.     
  
                                                       
http://www.pousadadesantoantonio.com.br
Serviços

  Um café da manhã de deixar a gordinha aqui louca rsrsrsr, cada bolo hummm!!!, só de lembrar fico salivando, com diversidades de sucos,chás e pães, acrescentando ovos mexidos e frios.
foto: http://www.pousadadesantoantonio.com.br

foto: http://www.pousadadesantoantonio.com.br

foto: http://www.pousadadesantoantonio.com.br
foto: http://www.pousadadesantoantonio.com.br

  O  toque final do café da manhã  fica por conta da boa música, ao som do violão o café da manhã é embalado com melhor da MPB, com uma voz encantadora e um repertório maravilhoso Luís e seu violão deixou nosso café da manhã ainda mais encantador.




Para quem não se desliga do mundo virtual, uma boa notícia,  a pousada possui wi-fi (e com boa velocidade hein ) .

 E se já estávamos satisfeitas com tudo, será que poderia melhorar? sim, sim, sim... 
Fomos surpreendidas com um delicioso chá da tarde com bolos, café, chá, biscoitinhos e frios é muito mimooo.

  E quando digo que a pousada tem jeito casa, é pq me senti em casa mesmo,  inclusive no hábito de pegar uma fruta da fruteira, a pousada dispõe em tempo integral frutas para serem degustadas .

O Pedro, sua esposa Miriam e sua filha Mari tem um cuidado todo especial com cada hospede a  simpatia e receptividade são características facilmente percebidas, e graças a Mari conhecemos vários pontos da cidade, Valeu mesmo Mari!




Amei cada momento que desfrutei na Pousada Santo Antônio e super-recomendo, e você? Está esperando o que para desfrutar esse lugar especial? 


Contato
Praça Getúlio Vargas, nº 468 – Conservatória

contato@pousadadesantoantonio.com.br
021 9852-0078.

Você visualizar as referências da pousada no Férias Brasil e no Tripadvisor


*O Blog Gaby Pelo Mundo e o Blog Viver em Tribo receberam uma cortesia para conhecer a pousada.
Todas as opiniões referentes à pousada não foram influenciáveis.

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

O Vale do café

O Vale do Café é um destino turístico  formado por 15 municípios da região do vale do Paraíba sul fluminense, muito visitado por suas fazendas históricas e pelo turismo ruralÉ possível conhecer a história do ciclo do café e descobrir o passado de uma região que foi o esplendor da economia do país.
  O Vale do Paraíba sempre foi reconhecida como um região de decadência remanescente de uma sociedade escravocrata e que aniquilava a mata atlântica pra explorar o plantio do café.  O ciclo do café foi mais valioso que o que o ciclo do ouro, imagina só?, e isso fez com que o   Brasil tivesse um grande poder econômico . Com a riqueza do café  veio o desenvolvimento e o Brasil passou a ter ferrovias, iluminação pública; esse foi o boom da economia, e os grandes fazendeiros exibiam seus  imponentes   “palácios rurais” moradia dos nobres da região. 
A riqueza do café se foi, mas as histórias e as belezas naturais estão a nosso dispor a ser apreciada.
vamos explorar o melhor que a região do vale do café  !

Vamos começar por Conservatória em breve um post inteirinho com dicas de onde se hospedar e o que fazer .

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Museu da Vida - Fiocruz

Em um sábado de sol forte no Rio de Janeiro  você pensa em ir praia certo? 
No meu caso não, por odiar praia lotada resolvi levar minha sobrinha para conhecer a  Fundação Oswaldo Cruz , a fundação abriga em sua propriedade um misto  de atrações destinadas aos públicos infantil e adulto. Dois deles, o histórico Palácio Mourisco  e o Museu da vida , recheado com exposições, passeios, teatros , buscando mostrar aos visitantes  os conceitos do conhecimento científico e tecnológico de uma forma lúdica.Já no Museu da Vida, os processos científicos são os temas das mostras e atividades realizadas em laboratórios multimídias, vídeo e palcos do teatro. Entre as atrações, fazem sucesso os itens expostos na sessão Passado e Presente - Ciência, Saúde e Vida Pública, onde é retratada a evolução do cenário do Rio de Janeiro. 

O público é convidado a desfrutar de um  passeio  que explora  as imediações do castelo. E é feito muitas explicações como o desenvolvimento do Rio de Janeiro, e tem exposições nos três andares que exploram em seu tema a construção do Palácio  e a vida de Oswaldo Cruz. 


A primeira parada da visita é o muro que conta a história da FIOCRUZ e seus ilustres personagens: Oswaldo Cruz, Carlos Chagas, o barbeiro, etc.


Logo a Monitora nos encaminhou para o Teatro ciência em Cena pois o espetáculo infantil Aprendiz de feiticeiro já  ia começar a peça é um texto de  Maria Clara Machado e dirigida por Letícia Guimarães, fala com humor sobre o mundo das descobertas científicas e busca levar as crianças a refletir sobre questões éticas da atualidade, como melhoramento de alimentos e pesquisa com seres humanos. No espetáculo, muitas confusões acontecem no laboratório do doutor Uranus Octavius Octopus de Almeida, que busca encontrar uma fórmula capaz de acabar com a fome no mundo. Minha sobrinha Emilly amou a peça .

Foto retirada do site da fiocruz, pois não pode fotografar o espetáculo .

Saindo do Teatro ficamos um tempinho no Parque da Ciência , tempinho pq a área é aberta e estava um sol de cachar coco como diz a Emilly rsrs

O  Parque é bem organizado e se divide  em três temas : Energia, Comunicação e Organização da Vida, não deu pra curti muito esse ambiente pois o sol estava escaldante. 




Seguimos para piramide onde funciona o Salão de Jogos e Experimentos, lá o visitante encontrará uma diversidade de atividades interativas , os que a Emilly mais gostou foram:
Bancada Micromundo: observar ao microscópio: protozoários, insetos e tecidos do corpo humano;
Faça Uma Célula: montar e observar modelos de células feitos com materiais caseiros (às terças-feiras à tarde, para professor de Biologia com sua turma)
Painel de Jogos: Vira-Vira e Quebra-Cabeças: brincar com jogos de memória, de associação, de montar seqüências e divertir-se com o seu grupo de visitantes.


Logo ali funciona a Biblioteca de Manguinhos porem estava fechada para tristeza da minha sobrinha que queria a qualquer custo ir na bendita Biblioteca 



Sempre monitoradas por guias seguimos para o castelo da Fiocruz , lindo e imponente  de arquitetura árabe , o palácio foi  palco de grandes descobertas e avanços cientifico  e hoje abriga as atividade de passado e presente . os ambientes serviram de escritório e laboratório a Oswaldo Cruz , lá conhecemos também a trajetória de Carlos Chagas , ambos grandes mentores da Ciência e Saúde . O difícil foi convencer a Emilly que naquele Palácio não tem Princesa.












Emilly ,eu e Oswaldo Cruz



O Museu está aberto durante todo o ano, funcionando de terça a sexta-feira, das 9h às 16h30. Aos sábados o Museu está aberto das 10h às 16h.


Importante!!!
De terça a sexta-feira as visitas devem ser agendadas previamente. Aos sábados não é preciso agendamento.
Todas as visitas e atividades são gratuitas.


Como chegar


É fácil vir ao Museu da Vida, difícil é querer sair !
O Museu da Vida fica no campus da Fundação Oswaldo Cruz, Av. Brasil, 4365, Manguinhos, Rio de Janeiro. Funciona de terça a sexta-feira, das 9h às 16h30 e as visitas devem ser agendadas com um mês de antecedência. Aos sábados, está aberto de 10h às 16h, não sendo necessário o agendamento. Todas as visitas são gratuitas. O Museu da Vida conta com estacionamento para ônibus e automóveis.
A entrada também pode ser feita pela Rua Leopoldo Bulhões, 1480.
Os seguintes ônibus passam aqui na porta:
Zona Sul

484 - 485 (via Av. Brasil) - 497 - 498.

Centro
355 - 386 - 384 - 375 - 322 - 292 - 393 - 394.
Zona Norte
665 - 634 - 696 - 320 - 696 - 484 - 350 - 371 -328 e 329 (ambos via Av.Brasil).
Zona Oeste
393 - 392 - 370 - 300 - 398 - 397 - 399.
Niterói
998 - 140.
Baixada Fluminense
112B - 139 - 140.
Entre em contato conosco, pelo telefone 2590-6747.

sábado, 18 de outubro de 2014

Parque Arqueológico e Ambiental de São João Marcos - Rio Claro / Mangaratiba RJ

Descobri esse parque em uma das minhas visitas a Serra do Piloto (veja aqui),  O parque resgata a memória de uma das mais importantes cidades no período do café as margens da antiga Estrada Real. São João Marcos na região do Vale do Paraíba, que hoje abriga o primeiro parque arqueológico urbano do Brasil é revisitar uma história que quase foi apagada.
 O Parque Ambiental e Arqueológico de São João Marcos situa-se a vinte quilômetros de uma pequena cidade de 17 mil habitantes em Rio Claro ao longo da rodovia estadual RJ-149 na Serra do Piloto.
Para se chegar à São João Marcos que está 430 metros acima do nível do mar na BR 101 (Rio-Santos) até o município de Mangaratiba, em seguida seguir outros vinte quilômetros pela RJ 149 sentido Rio Claro. A pequena estrada arborizada e com curvas, percorre a Serra do Piloto com um lindo visual para a baía de Mangaratiba.
mirante do Imperador 
  Na estrada, há trechos que permanecem originais da Estrada Real, com o mirante onde Dom Pedro parava para apreciar a vista e quedas d'água pelo caminho. Considerada uma estrada-parque com 'zoo-passagens' para não atrapalhar a fauna local, o caminho até chegar à extinta São João Marcos é bastante arborizado. A Serra do Piloto fica localizada dentro do Parque Estadual do Cunhambebe, uma área verde preservada e um corredor de biodiversidade em plena Mata Atlântica.
A cidade de São João Marcos teve o seu auge em 1870, quando chegou a ter mais de vinte mil habitantes. Na rota do café, foi uma das cidades mais importantes do Império, pois ficava no caminho da Estrada Real, principal via de ligação no Brasil Colônia. A estrada seguia de Paraty, no sul do Rio de Janeiro, até Vila Rica (atual Ouro Preto), em Minas Gerais.

Após a virada da República, em 1889, a cidade já estava vivendo um período de decadência e, na década de 1940, sua população não passava de 4.500 moradores. O fim de São João Marcos foi decretado quando o Rio de Janeiro vivia a iminência de falta d'água e era necessária a criação da barragem de Ribeirão das Lajes. O governo de Getúlio Vargas, durante o Estado Novo, baixou um decreto para retirar os moradores dali, tendo todas as construções demolidas. Na época, Vargas autorizou a empresa Light a aumentar a área da barragem a ser alagada, conversando com a monitora ela contou que a cidade nunca foi totalmente inundada .
São João Marcos foi a primeira cidade no Brasil a ser tombada porque tinha marcos arquitetônicos importantes, mas se rendeu à pressão da energia elétrica e foi 'destombada' para a construção da barragem.
Nas redondezas de São João Marcos existiam 150 propriedades, sendo a principal a Fazenda Olaria, do coronel Joaquim Breves de Souza, considerado o Rei do Café no Império e muito amigo de Dom Pedro. Sozinho, o coronel Breves tinha cerca de seis mil escravos em sua propriedade. Quando a área foi alagada, a Fazenda Olaria não foi poupada.

  Na principal via de acesso às ruínas da cidade, um bosque de Mulungus dá as boas-vindas ao visitante. As árvores percorrem toda a antiga Rua Jorge Americano Freire. No mapeamento arqueológico feito até agora, já foram detectadas dez ruas da cidade.

   O circuito de visitação por toda a cidade leva cerca de meia hora de caminhada, e passa pelas ruínas da Igreja da Matriz, do Teatro Municipal Tibiriçá, da Casa do Capitão-Mor, da Prefeitura e Câmara da cidade e das principais praças, Feliciano Sodré e 5 de Julho.

"A Igreja da Matriz foi a última construção a ser demolida em 1943. Já em 1945, a barragem começou a encher. Na época teve muita resistência da população que se refugiou na igreja para impedir que ela fosse demolida", 

Ruínas da Igreja da Matriz 

Ruínas da Igreja da Matriz 
Ruínas da Igreja da Matriz 

Ruínas da Igreja da Matriz 
Prefeitura e Câmara 

Prefeitura e Câmara 

Prefeitura e Câmara

Centro de Memória

O Parque Arqueológico e Ambiental de São João Marcos conforma um museu de território, espaço subordinado a parâmetros específicos de proteção, documentação, estudo e interpretação. 

A concepção museológica se desenvolve em torno de três espaços distintos: o Centro de Memória, a Área de Guarda e o Circuito de Visitação do Parque. Nestes, pretende-se oferecer aos visitantes a oportunidade de trazer para o presente as memórias impregnadas nos fragmentos e ruínas encontrados nas escavações arqueológicas, nos documentos, fotografias, objetos e depoimentos.


O Centro de Memória permite a incorporação frequente de novas informações, através da rotatividade de exposições, exibição permanente de documentários audiovisuais contendo depoimentos recentemente coletados com a história de vida e as lembranças de antigos moradores da cidade.


Todo o ambiente expositivo é sonorizado, com trechos de antigas cantigas de roda, cânticos religiosos e marchinhas de carnaval, trazendo de volta as vozes do passado e o clima festeiro dos marcossenses. Além dos recursos audiovisuais e sonoros estão expostos painéis suspensos, dois tipos de vitrines verticais e embutidas e, ainda, a maquete de São João Marcos que reconstitui, em escala, a configuração da cidade na década de 1930-40. O espaço também conta com dois totens digitais que oferecem acervo fotográfico de fotos e documentos da cidade de São João Marcos.





maquina de fazer manteiga




Fábio observando munições da época 


prensa para fabricação de hóstia sagrada









assistindo a história 








Meio Ambiente

São 930 mil metros quadrados (93 hectares), mais de dois terços dos quais em mata ou pasto, estando localizado às margens da Represa de Ribeirão das Lajes, um dos mais importantes patrimônios ambientais do Estado. 

A área de proteção da Represa de Ribeirão das Lajes, no qual o Parque se insere, tem aproximadamente 25.000 ha, dos quais 5.000 de espelhos d´água. Os 93 ha do Parque Arqueológico e Ambiental de São João Marcos representam menos do que 4% dessa área.

A importância da proteção da Represa de Ribeirão das Lajes está não só no seu tamanho e valor ambiental intrínseco como no fato de permitir a ligação entre o Parque da Bocaina, ao Sul, e o Parque do Tinguá, ao Norte, formando um corredor florestal praticamente contínuo de Mata Atlântica, entre o Norte e o Sul do Estado.

O projeto paisagístico do Parque partiu da análise e do diagnóstico da situação física, biótica e antrópica do local, possibilitando o estabelecimento de diversos compartimentos e seus respectivos modelos de paisagem, compondo no todo o continuum paisagístico do Parque.

O conjunto de morros que formam o território do Parque será objeto de um modelo de preservação, com a finalidade de enriquecer, complementar ou recuperar as formações florestais existentes, incorporando-as à trama paisagística final. Será feita a manutenção integral dos fragmentos de mata, os plantios entre fragmentos para formação de corredores e















Eles emprestam binóculo para você fazer a observação de pássaros 


horta orgânica 







Anfiteatro









Como Chegar                                                                                       
Existem duas maneiras de chegar ao Parque Arqueológico e Ambiental de São João Marcos, saindo da cidade do Rio de Janeiro.

PELA SERRA
Siga a Via Dutra (BR-116) em direção a São Paulo.
Pegue a saída 237 e, em seguida, vire à esquerda em direção a cidade de Rio Claro.
Ao passar pela entrada da cidade de Rio Claro, vire à esquerda, entre na estrada RJ-149.
Descendo a estrada em sentido a Mangaratiba, a entrada do Parque fica à esquerda da pista, aproximadamente 20km de Rio Claro.

PELO LITORAL
Siga a Avenida Brasil em direção a Santa Cruz.
Entre na rodovia Rio-Santos (BR-101) em direção a Angra dos Reis.
No trevo de Mangaratiba, vire à direita para pegar a Serra do Piloto (RJ-149).
Alguns trechos estão protegidos pelo Patrimônio Histórico Nacional e por isso mantém o calçamento original de pedras e terra.
Subindo a estrada em sentido a cidade de Rio Claro, a entrada do Parque fica à direita da pista, aproximadamente 20km de Mangaratiba.

Endereço: Estrada RJ-149 (Rio Claro-Mangaratiba) Km 20 - Rio Claro/RJ
Visitação: de quarta a sexta-feira, das 10h às 16h - sábados e domingos, das 9h às 17h.
Ingresso: Entrada Franca
Agendamento de visitas (apenas grupos escolares): (21) 2233-3690

Para conhecer um pouco mais dessa história li um artigo muito bom com história da cidade- artigo

Um vídeo muito bom que achei no you tube , com os devidos créditos ao Pina Rossi 
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